Querem salvar a economia? Espalhem a riqueza e dêem um aumento aos trabalhadores – x Mike Whitney

A sombra escura da insolvência paira sobre a Wall Street. Um jogador importante, o Bear Stearns, já afundou, e aparentemente um outro gigante do investimento pode estar no mesmo caminho. Está a ficar feio fora dali. O chamado TED spread [1] , que mede a relutância dos bancos a emprestarem uns aos outros, começou a ampliar-se ameaçadoramente, o que sugere que os mercados de dinheiro pensam que mais um cadáver estará a flutuar rumo à superfície um dia destes.

A desalavancagem em andamento das instituições financeiras e a persistente degradação de activos deixa o Fed aturdido. Bernanke encurralou-se a si próprio ao estender o mandato do Fed de forma a incluir toda a gente na Wall Street com um endereço email e uma tigela de mendigo. Agora ele assumiu a tarefa ainda maior de consertar a canalização que mantém o crédito a fluir entre os vários bancos de investimento. Boa sorte. Há muito mais sofrimento pela prefente. O FMI espera que a conta final virá a ser de US$945 mil milhões, o que significa para os bancos US$3 milhões de milhões em empréstimos perdidos. Ao melhor ritmo do próprio Bernanke, esta confusão poderia perdurar durante anos.

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