O sonho da fraternidade na Argélia de Henri Alleg – Miguel Urbano Rodrigues

Para Alleg a existência não teria significado sem o combate permanente pela revolução social, como infinito absoluto

Dois amigos - o sociólogo brasileiro Florestan Fernandes e o escritor francês Henri Alleg - aparecem-me como paradigmas do eticismo revolucionário. Ambos, pela desambição e sentido da fraternidade, exemplificaram para mim um tipo de humanismo em via de extinção.

Cf. versão integral em: Agência Brasil de Fato

Comentários