Sugestão para o referendo na Irlanda, a realizar seguramente em 2009, por forma evitar futuras crises na União Europeia


Cf.: Peão

*Tiveram do que merecem! – x Pedro Guerreiro

“As consequências e o significado político do Não da Irlanda ao dito tratado «de Lisboa» revestem-se de uma grande importância. Muitos são os ensinamentos a retirar e a reafirmar desta consciente e corajosa decisão do povo irlandês”…

As consequências e o significado político do Não da Irlanda ao dito tratado «de Lisboa» revestem-se de uma grande importância. Muitos são os ensinamentos a retirar e a reafirmar desta consciente e corajosa decisão do povo irlandês.

Uma primeira ideia a salientar é a crescente contradição entre a integração capitalista europeia e os interesses, necessidades e expectativas dos trabalhadores e dos povos que o resultado do referendo na Irlanda, uma vez mais, colocou em evidência.

Uma segunda, o facto do Não do povo irlandês ter exposto de novo e de forma clara o carácter verdadeiramente antidemocrático desta «integração europeia» e das forças políticas e dos grandes interesses económicos que a sustentam.

Uma terceira, a confirmação de que esta União Europeia, federalista, neoliberal e militarista não é uma inevitabilidade, assim queiram os trabalhadores e os povos.

Uma quarta, a importância da salvaguarda e do pleno exercício da soberania nacional e respeito das constituições nacionais como instrumento fundamental dos povos para garantir a democracia e a defesa dos seus legítimos interesses.

Uma quinta, a fragilidade de um «processo de integração» que já só pode singrar evitando o seu veredicto em referendo por parte de cada povo e apontando como única possibilidade de sobrevivência a sua contínua fuga em frente.

Cf. versão integral em: ODiário.info

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