Alternativas emancipatórias podem emergir na esteira da imensa transferência de riqueza e poder em curso?



logo, nada como uma viagem novamente para a fronteira com a Venezuela, sem banda larga que se possa usar do lado brasileiro.

Considerando-se o fluxo diário de novidades devidamente esquadrinhadas por um rabugento alemão há muito mais de cem anos, será que
até o dia 19 de outubro o capitalismo financeirizado versão pós-Bretton Woods terá soçobrado de vez?

Pouco provável.

O mais certo é pipocarem intervenções pontuais...

Talvez devido à inexistência de alternativas políticas, ou mesmo ideológicas,
hegemônicas ou ao menos relevantes na queda de braço que se assiste.

Alternativas emancipatórias podem emergir na esteira da imensa transferência de riqueza e poder em curso?

Dizer que isso é impossível é mero niilismo. Afirmar que nada mudou, e que tudo está como antes no quartel de Abrantes, é ignorar um amplo leque de variáveis relevantes para ambos os lados, seja para o que luta pela emancipação humana [que é o que nos interessa], seja pelo [esse sim, hegemônico] que se impõe mediante o aprofundamento e ossificação das formas de dominação contemporâneas e das formas de reprodução dessa dominação do homem pelo homem.

De todo modo, considerando-se o
horizonte concreto dado à ação dos homens da elite, do andar de cima, como as perspectivas da massa ou classes sociais que formam o andar de baixo, o que esperar antes da posse de Obama ou McCain?

Uma coisa é certa: há uma enorme diferença na primeira reação dos capitalistas à crise de 29 e à dos subprimes hoje...

Até quando vai sobrar o piano pra nós do andar de baixo carregar é um limite que somente a nós mesmo interessa impôr!



Comentários