Obama, Afeganistão, impérios

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Ninguém se iluda: ao enviar mais 17 mil soldados ao Afeganistão, Obama reafirma posição imperial dos EUA ante demais estados-nação, desenhada desde a compra da Louisiana em 1803 e mascarada pela retórica de salvadores da liberdade no pós-Segunda Guerra.

A atual marcha do "sonho americano" exige ser decifrada no contexto de duas perguntas:

1: quais as implicações geopolíticas regionais do aprofundamento das intervenções norte-americanas naquela "área de influência" tão russa?

2: que se sucederá nessa fronteira com Rússia, e as suas respectivas ofensivas regionais fundadas no acesso a recursos energéticos, caso os alienígenas norte-americanos repitam o roteiro da potência estrangeira a sair com uma mão na frente e outra atrás de lá?
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