ao pessoal de mi-mi-mi com a política de alianças sob o petismo no poder


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Vamos deixar de pataquada... 

Estamos a dançar de ponta cabeça imersos nas águas paradas da ordem instituída. O jogo é esse mesmo... e pronto.

Que tal relembrarmos que foi esse limite da democracia burguesa e sua política de alianças que levou, já no XIX, à defesa da revolução comunista como único caminho para acabar com a exploração do homem pelo homem? 

Parece que a pauta política retroagiu a ficamos todos de mi-mi-mi... esperando o quê? 

Uma nova "mudança por dentro das regras", um novo Allende, e,. claro, um novo golpe da direita? [no caso de hoje, alguma chapelada jurídica a la Honduras ou Paraguay, e, dada a conjunção STF+máfia midiática+passividade petista, não tarda, tb por aqui...]

Não estou dizendo que devemos subscrever aliança X ou Y. 

Antes, a consequência do que acabo de dizer é avançarmos a pauta, irmos além do jogo jogado, virarmos as costas e iniciarmos um movimento de ruptura, não de reforma... simples assim.

O que exige uma nova sensibilidade política e nova sociabilidade e práticas coletivizante, libertária, comunista, ao invés de nos restringirmos ao cercadinho dos espaços institucionalizados e das categorias clássicas do pensamento político.

Ou, dito de outro modo, resta-nos, agora, buscarmos a política em outras dimensões e com outras formas de articulação e enfrentamento, o que exige, de saída, passar a limpo categorias da teoria e praxis de enfrentamento e superação da ordem instituída.


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