filmes que vi, 002: "Clip", dir: Maja Milos [Klip, 2012, SERVIA]

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é, parece que a potência do novo perfaz-se imagem, superfícies e muito desdém pelo outro, por si mesmo e por uma somatória de traços do que um dia foi tido como "horizonte para o viver".


Filme percorre essa novidade catártica que captura a vida prosaica de toda uma geração como mero "cada um" a chafurdar trôpego, às vezes, também estúpido, na era de diáfanas relações depuradas por "amor líquido", drogas, sexo e privacidade zero fixada no celular. 

Nota: 6,5

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