e não faltam palhaços para garantir ao que está ruim pior ficar


Me recuso sequer a nomear o que essa imagem apresenta, é desnecessário!

Nos termos dessa galopada rumo aos infernos, em breve, o retorno à escravidão humana será vendida como modo de garantir a comida à mesa "dos mais necessitadas", não sem antes passar o aborto obrigatório, "aos segmentos em que paire suspeição de aumento de populações fragilizadas"


Esse galope de ratazanas cavalgadas por anões da história, apraz saber o quanto todos eles se preocupam em garantir, de modo eficaz, a vigência do todo orgânico da comunidade em bela unidade imediata com o infinito das tradições garantidas pela serenidade de um passado que não tem mesmo porque abandonar o remanso tranquilo da Era das Cavernas em que apenas a mera força bruta e o tacape já bastavam para garantir a coesão social.


Sirva-nos de inspiração os bolcheviques não terem poupado ninguém da família real deles em 1917. 


Os parasitas daqui não perdem por esperar... 


A dimensão da marcha-ré engatada pelos donos do poder e dinheiro aqui no Brasil é tal... que se torna oportuno colocar à mesa o tema do regicídio!


A que ponto chegamos!


Já que é para desenterrar quinquilharias históricas, então vamos lá: 
ao Temer, Cunha, Mendes, Skaff et caterva, não é a guilhotina que defendemos contra eles, eles são apenas nossos adversários no jogo jogado.

Afinal, baseando-nos nas regras do jogo político por eles imposta, que sejam eles vencidos nos embates com os contornos mais que legítimos de revolução socialista e anticapitalista, pois, graças a eles, está liberado a quem tem mais força tomar o poder na marra. 


À luta, a Grande Marcha mal começou!


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