um post especial para o tal dia


para não dizerem que não tenho mãe

às róseas mães patricinhas, em domesticadas coleiras do trabalho e/ou do lar, a elas (1) se muito o lamento pela vossa escravidão autoinculpável sob tantos grilhões de gênero e de classe,

ou (2) a feliz multiplicação de votos e focos 
para dessa luta bifronte rompam-se 
tantos grilhões de barreiras introjetadas 
tão masculinas e burguesas.



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