quando a balbúrdia não é opção, mas falta de

O mesmo vale para tantas profissões: a impotência ante o tempo longo em que nada acontece, sem alegria, acaba por satisfazer seu vazio com frivolidades sentimentais ou posturas políticas débeis e reacionárias! 

Como suportar a angústia posta por essa temporalidade?

Eis o desafio dos nossos tempos: como lidar com a balbúrdia da recusa a descrever o tamanho de nossos enigmas que se satisfaz em recitar suas certezas?

(1) não basta sua mera negação, 

(2) a meta é buscar o novo 

(3) sem a mera postura nem reativa nem adesista.

(4) o que implica assumir o fim da propriedade privada, a defesa da representação política direta, o laicismo nas relações interssubjetivas e o grau zero na ordenação das coisas e pessoas.

É longo o caminho a ser percorrido.

Bom sábado a nóis tudim!

Comentários