metáfora concreta: "Panteão da Pátria" e o caso da Chama Eterna da Democracia, Liberdade do Povo e Independência da Nação... que apagou e sabe-se lá até quando


"O Panteão da Pátria, 
que homenageia a democracia, 
está com a chama, 
que deveria ser eterna, 
apagada desde a última semana de setembro 
e sem previsão de ser acesa." (aqui)



Como é bom morar na terra que 
transforma García Marquez 
em escritor realista.


No "país da piada pronta", 
em que "puta se apaixona pelo cafetão",
"traficante é viciado", 
chefe de quadrilha impõe a ordem,
advogado de quadrilha vira sinistro da justiça,
juizinho tira onda com advogado,
pastor trilhiardário atribui a dels o cheque de 
cem mil pela graça recebida,
e #nadacontecefeijoada,

eis que o fogo da democracia,
cuja "chama pequena representa a liberdade do povo 
e a independência do País",
que era para ser eterna, 
não só apaga,
como tampouco acenderá pelos próximos meses 

Os deuses da democracia quiseram explicitar bem
o que foi essa saída dos esgotos da escória 
tucano-togada-miodiotizante-selenike-fardada.

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